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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Intervenção humana evitou acidentes com carros do Google por 13 vezes

Em novo relatório, companhia compartilha dados a respeito de falhas e incidentes de seus carros sem motorista



Carros sem motoristas prometem ser mais seguros que a versão atual – aquela em que você não tem saída a não ser dirigir – no futuro. Mas por enquanto, esse tal futuro pode até estar próximo, mas isso não quer dizer que isso aconteça amanhã ou mesmo daqui a três meses.
O Google compartilhou recente relatório de incidentes de seus automóveis. Entre setembro de 2014 e novembro de 2015, veículos autônomos da companhia experimentaram 272 falhas e em 13 ocasiões, não fosse a intervenção do motorista de carne e osso, os carros teriam batido. 
Todas as companhias que testam tecnologia autônoma para carros na Califórnia são obrigadas a entregarem ao Departamento de Veículos Motorizados (DMV) do estado um relatório detalhado de todos os incidentes em que um motorista precisou intervir no veículo. Caso contrário, elas não ganham permissão para testes. 
Além do Google, Volkswagen/Audi, Mercedes-Benz, Delphi, Tesla, Bosch e Nissan entregaram relatórios ao DMV, porém eles ainda se encontram sob revisão da agência. O Google foi a primeira companhia a compartilhar tais dados publicamente.
Segundo o documento, nesse período de 14 meses, 49 carros sem motorista do Google acumularam cerca de 683 mil km autônomos e sofreram 341 falhas, quando o carro inesperadamente entregou o controle aos seus motoristas ou quando esses tiveram de intervir por decisão própria. Os dados dizem respeito tanto ao protótipo do Google, o modelo mais compacto, e sua frota de Lexus RX450h modificados. 
Em 272 das vezes, o carro detectou uma falha da tecnologia como interrupção das comunicações. Nessas situações, o motorista recebe sinais visuais e de áudio para alertá-lo de que deve assumir o controle imediatamente. 
Nas outras 69 vezes, o humano assumiu o controle do carro por iniciativa própria, pois acreditou que na ocasião ou o carro poderia tomar uma decisão arriscada ou por outros usuários na pista. 
Já os últimos 13 incidentes, o Google classificou como situações em que, não fosse a intervenção do motorista, o carro poderia ter batido.
No ano passado, em outro relatório, a companhia declarou que os automóveis se envolveram em 12 acidentes desde o início do seu programa, em 2009. Todas as colisões foram pequenas, e apenas seis delas aconteceram enquanto o carro sem motorista estava no modo autônomo, disse a companhia na ocasião.
Em todos os casos, os carros do Google foram impactados/golpeados por outros veículos, e registraram danos pequenos, no máximo. De acordo com o Google, nenhum dos acidentes resultou em feridos.
Fontes: Oficina da Net e http://idgnow.com.br/

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